InícioCalendárioFAQBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se



 


Compartilhe|

[Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena)

MensagemAssunto: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sex Set 29 2017, 17:18


Cavaleiros

do

Apocalipse



A Ilha da Rainha da Morte treme. Espiões do Santuário se alvoroçam para falar com o Grande Mestre e o motivo: a ascensão dos cavaleiros negros.

Os espiões lhe contaram que em um canto remoto da ilha havia uma construção antiga onde jovens se reuniam com suas armaduras, negras como uma noite sem luar.

Aparentemente havia ordem e classificação entre eles, uma hierarquia interna que separava os mais fortes dos mais fracos e o Mestre temeu que pudessem se erguer contra Atena e manchar o nome dos cavaleiros.

Temeroso o Mestre chama dois de seus cavaleiros de ouro para investigarem a Ilha, Amon de Gêmeos e Kyros de Sagitário. Seria suicídio atacar sem saber o real poder de seus inimigos

-Jovens cavaleiros. Devem ter ouvido sobre esses tais cavaleiros que trajam armaduras negras. A existência deles é uma vergonha para o nome dos santos de Atena e devemos tratá-los como uma real ameaça. Não sabemos a verdadeira força de cada um deles e é possível que sejam verdadeiramente assombrosos. Como Mestre lhes confio a missão de vigiar e reportar para o Santuário todas as atividades da Ilha. Possivelmente encontrarão simples soldados fazendo a proteção do local, não creio que algum de nossos inimigos apareça. Façam seu melhor



Explicação

Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante.



Última edição por Wolfwood de Câncer em Dom Out 01 2017, 22:34, editado 1 vez(es)
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sex Set 29 2017, 19:38


Amon de Gêmeos
Arco 1: O Princípio


N
o interior do templo geminiano, encontrava-se Amon, diferente dos outros dias, havia um sorriso estampado no rosto do rapaz; como de costume, trajava sua armadura aurífera, entretanto algo lhe chamava atenção, estava equipado com seu elmo, algo nada convencional para o cavaleiro. A motivação para o sorriso, era simplesmente pensamentos positivos, acredita-se que a face benigna estava tomando o ímpeto do dia, no subconsciente do jovem, seu lado maligno, mal houve de se manifestar. Sentado sob a casa de gêmeos, em paz, estava inclinado aos seus notórios pensamentos felizes, relembrando seu passado, infância. Seus pensamentos ruíram a partir do momento que o mensageiro, conhecido do Grande Mestre, adentrou a casa. À dúvida o consumiu, recentemente teve inúmeros afazeres com o Grande Mestre, tal qual, a demonstração de força de outrem, e antes disso, a devido apresentação, dessa vez, realmente parecia ser diferente, o próprio semblante do mensageiro estava diferente, algo mais sério, pouco convencional a este. Em um movimento notório do aliado, este recurvou-se ao santo de ouro e logo iniciou a mensagem:
- Mestre Amon! O Grande Mestre convoca-o para a salão deste imediatamente! Solicito que vá o mais rápido possível! – Ao final das palavras o aliado virou-se e foi embora, sem movimentos respeitosos dessa vez, logo denotava-se algo realmente sério, que demandava a extrema atenção do geminiano, pelo menos era isso que Amon, estava a maquinar.

Saiu em disparada da casa de gêmeos, passando pelas respectivas casas acima. Corria em velocidade passando pelos salões inabitados, até passar pela casa protegida pelo sagitariano. Certamente, havia de cumprimenta-lo, porém o fez rápido, era nítido que o chamado do Grande Mestre requeria mais atenção do geminiano, que seu possível amigo. A chegada ao salão deu-se de forma rápida, ao avistar a figura imponente do Grande Mestre, como de costume, em sinal respeitoso, curvou-se a este, demonstrando o conhecimento de Amon em relação ao Grande Mestre. Não tardou até este iniciar o discurso, apesar de não obter com clareza o semblante do Grande Mestre, pode captar da sonoridade de sua voz, uma característica que tendia a preocupação, seu tom de voz alto e eloquente, servia para cativar a atenção do geminiano, porém esta atenção ruiu por terra ao momento em que o sagitariano adentrou o templo, maquinou então que seria uma missão em dupla, logo havia algo muito importante na missão, certamente, exigiu a convocação de ambos cavaleiros da elite. No fim, o objetivo foi concretizado, a atenção de Amon estava totalmente deposta sobre o discurso do Grande Mestre:

- Jovens cavaleiros. Devem ter ouvido sobre esses tais cavaleiros que trajam armaduras negras. A existência deles é uma vergonha para o nome dos santos de Atena e devemos tratá-los como uma real ameaça. Não sabemos a verdadeira força de cada um deles e é possível que sejam verdadeiramente assombrosos. Como Mestre lhe confio a missão de vigiar e reportar para o Santuário todas as atividades da Ilha. Possivelmente encontrarão simples soldados fazendo a proteção do local, não creio que algum de nossos inimigos apareça. Façam seu melhor!

- Claro, Grande Mestre! Farei o que for possível e o impossível para deter esses soldados, se é que eles realmente existem. – A fala de Amon fora simples, porém imponente, transmitiu certa confiança ao Grande Mestre, algo que Amon zelava muito em seu ato discursório. O geminiano então, levantou-se, inclinou seu corpo à frente e logo retirou-se da localidade em velocidade. Desceu as escadas do santuário em velocidade déspota, desta vez mais rápido do que de outrem. Passou pela casa de gêmeos, aproveitou o momento para selar sua armadura dentro da pandora box, trajando assim roupas comuns aos seres humanos, tratou de levar a pandora box consigo. Ao final dos preparativos, migrou para o porto próximo desta vez, com velocidade moderada, embarcou à espera do sagitariano, estaria na eminência de começar a missão, faltava apenas esperar pelo aliado.








MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sex Set 29 2017, 21:28






A Ascenção: Os Cavaleiros do

Apocalipse

"Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante."


Após ter se apresentado ao Grande Mestre Kyros passou noites pensando em como atuou em frente a este. Seu nervosismo era tanto que não saiam palavras de sua boca, seu diálogo se resumiu apenas a ouvir o que o papa dizia e concordar com este. Nada além de "sim", nenhum comentário, nenhum som. O fato de ter sido fraco o incomodou e abalou seu psicológico, mas ele sabia que não tinha o luxo de ficar pensando em coisas tão bobas quanto esta. A guerra ainda estava acontecendo, Hades estava reunindo forças e não tardaria muito para um novo movimento. Ele devia estar preparado, focado e livre destes pensamentos infantis. Seu amadurecimento como cavaleiro tinha de ser prematuro ou um futuro após esta guerra seria inviável. A notícia de que um geminiano finalmente tinha sido escolhido o tranquilizou e o animou, finalmente um companheiro dourado, alguém com quem dividiria este grande fardo, mas sua animação logo se esvaiu quando soube que, após a apresentação ao grande mestre, o geminiano recebeu a missão de confortar e reanimar o Santuário, coisa que Kyros sequer foi notificado, talvez sequer cogitado para a função. O cavaleiro novamente se perdeu em pensamento, teria ele dado uma péssima impressão ao ponto do Grande Mestre não considerar contar com sua ajuda? Teria ele sido descartado e dado como fraco e despreparado pelo seu superior? Kyros criou o receio de ser o elo fraco dos 12 santos dourados, de ser o motivo de sua derrota perante o Submundo. Talvez este pensamento teria de fato concretizado tal receio, afinal com o psicológico tão abalado o cavaleiro jamais seria capaz de demonstrar seu verdadeiro potencial como cavaleiro. Estes pensamentos mundanos desgraçariam-no, ele tinha de vencer a si mesmo e despertar como um novo homem.

Ainda abalado Kyros finalmente foi chamado para se encontrar novamente com o Grande Mestre, uma convocação imediata ao Salão, certamente algo horrível estaria para acontecer, se não o fosse não seriam convocados cavaleiros de ouro. O sagitário imediatamente acatou a ordem e pôs-se a subir as casas restantes logo após o geminiano que o cumprimentou e partiu em disparada, não tardaria a chegar. Após sua chegada viu a figura do Grande Mestre uma vez mais e por um instante relembrou a conversa passada e sua frustração tomou conta de seus pensamentos novamente, mas não antes que fizesse a devida reverência a autoridade e se pusesse a esperar as ordens. O cavaleiro, pouco após mais tranquilizado, focou sua atenção ao discurso do Grande Mestre.


— Jovens cavaleiros. Devem ter ouvido sobre esses tais cavaleiros que trajam armaduras negras. A existência deles é uma vergonha para o nome dos santos de Atena e devemos tratá-los como uma real ameaça. Não sabemos a verdadeira força de cada um deles e é possível que sejam verdadeiramente assombrosos. Como Mestre lhe confio a missão de vigiar e reportar para o Santuário todas as atividades da Ilha. Possivelmente encontrarão simples soldados fazendo a proteção do local, não creio que algum de nossos inimigos apareça. Façam seu melhor!

Kyros entendeu a gravidade da situação e sabia que esta missão requeria o melhor do cavaleiro. Era a oportunidade necessária para mostrar seu valor como dourado e superar suas frustrações, amadurecer como cavaleiro. Kyros ouviu seu companheiro, Amon de Gêmeos, se pronunciar sobre o assunto e dizer dar o possível e o impossível para deter os soldados. Este era um sentimento mútuo, o sagitariano também faria o mesmo pelo santuário.

— Faço de suas minhas palavras, cavaleiro de gêmeos. Faremos o que for possível e impossível para deter estes soldados, Grande Mestre. Retornaremos em segurança e conseguiremos as informações necessárias.

O cavaleiro saiu do salão logo após seu companheiro e pôs-se a descer as 12 casas rapidamente tentando acompanhar a agilidade do geminiano. Ao chegar à Casa de Sagitário guardou sua armadura na Pandora Box, voltando a trajar as roupas casuais ao invés da pomposa veste, colocou a alça da box em suas costas e carregou-a consigo para fora do santuário. Ao chegar em sua cidade natal, que era caminho até o porto, tratou de ir em uma loja local e comprou 6 garrafas de água mineral para a viagem, juntamente de pão e leite suficiente para saciar a ambos, imaginando que devido a grande pressa do companheiro, talvez durante os preparativos esquecera de levar estas coisas consigo. Kyros nunca havia viajado de barco, não sabia se estes davam de beber e comer e preferiu se prevenir. Após pagar com a moeda local disparou ao porto e, chegando lá, embarcou no navio se aproximando do geminiano assim que o avistou dentro da embarcação.

— Me perdoe pelo atraso, estava ajeitando os preparativos finais. — disse Kyros se justificando para o companheiro.


[/color]
valeu @ cács!





Legenda:
Narração
Kyros
Grande Mestre
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sex Set 29 2017, 23:18


Amon de Gêmeos
Arco 1: A Embarcação


N
ão tardou até o sagitariano vir ao encontro do geminiano, em tese o sagitariano havia se preparado melhor para a viagem do que Amon, que viu-se sem comida futuramente para o trajeto, entretanto como eram aliados, caberia a dividir a refeição, pelo menos pensava Amon. O sagitariano durante o encontro iniciou diálogo com o geminiano, que logo, tratou de cumprimenta-lo, questão de honraria entre os aliados.

- Não se preocupe, esse deve ser o menor dos meus problemas! Estou mais preocupado com a missão na verdade! – Após tais palavras, virou-se lentamente para outra posição, teria dúvidas sobre a missão e sua localidade exata, observou que o sagitariano haveria feito o mesmo, então apenas replicou o que o aliado haveria de fazer. Perpassou seus olhos no convém, a procura pelo comandante da embarcação, em uma análise lógica, era mais sensato procurar aquele que irá comandar, logo Amon o fez. Iniciou lentamente uma caminhada em direção ao capitão do navio, este estava sob o leme, comandando o navio, já havia a tempos ordenado que sua tripulação tirasse as cordas que mantinham o navio atracado, logo, já estariam em movimento. As roupas casuais do geminiano chamavam pouca atenção, o que destacava-se nesse era parcialmente sua beleza, além de sua postura firme, o que passava uma imagem rígida do rapaz, devido as passadas que assemelhavam-se a postura militar. Trajava uma camisa comum branca, tecida a mão, calça jeans preta e um sapato comum, roupas comuns que formavam um par minimalista, quase que singular, o corte da roupa dava maior volume aos músculos do rapaz, o que atribuía-o uma característica de intenso treino físico. Parou ao lado do capitão, observou-o, averiguando se era um rapaz confiável, evidente que apenas com os olhos, Amon detinha uma certa qualidade nesse quesito, podia identificar certos traços características, apenas olhando as feições do indivíduo, creio que seja algo de sua mente produtiva:

- Olá comandante! Estava duvidoso a respeito do nosso destino! – Momentaneamente parou a fala, estava pensativo sobre as palavras ao qual iria usar, era facto que suas dúvidas eram muitas, mas teve de se conter, receava que certas informações o capitão certamente iria desconhecer. – Qual a geografia do lugar onde vamos? Certamente estou curioso, além disso, sabe me dizer quantas pessoas e/ou se há pessoas naquela localidade? – Após tais palavras ficaria apenas esperando a resposta do capitão, certamente estava tão ansioso para a missão que seu semblante demonstrava tal fato, o geminiano ansiava o combate, apesar da missão ser furtiva, certamente este ousou pensar que em algum momento enfrentaria algum cavaleiro inimigo e teria de acabar com o confronto de modo rápido, logo, tracejou as estratégias, ainda mantendo sua atenção no capitão, estaria a ouvir cada palavra, com toda certeza ajudaria em sua missão.






MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sab Set 30 2017, 15:04

Obs: Solicitamos ao narrador as informações entregues pelo NPC (Capitão) durante o diálogo. Por favor, qual a geografia da ilha?






A Ascenção: Os Cavaleiros do

Apocalipse

"Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante."


A apresentação ao geminiano oficialmente talvez não tenha sido das melhores. Chegar mais tarde poderia ter passado a sensação de desleixo, coisa que Kyros certamente não queria como algo a ser lembrado. Não tardou para o geminiano responder seu cumprimento, dizendo que o atraso do rapaz era a menor de suas preocupações e seu pensamento estava filtrado na missão, algo que o sagitariano não soube interpretar e ficou na dúvida se as palavras indicavam desdém a ele.

— Acho que minha imagem já não é das melhores no Santuário... — Pensou, mantendo o breve comentário para si.

O geminiano se prontificou a colher informações diretamente com o capitão. Esta conversa certamente seria de suma importância para ambos os cavaleiros e Kyros se aproximou para participar, afinal se não soubesse das mesmas informações poderia ser um obstáculo para a conclusão da missão. Em missões de furtividade conhecer o terreno e a posição dos guardas, seus turnos, locais de ronda, tudo isso deveria ser informação colhida antes da realização ou eventualmente cairiam nas mãos do inimigo. Forçar combate poderia resultar numa resposta rápida das forças inimigas, afinal este era seu território. Tal como o Santuário tem manobras defensivas, a Ilha o teria. Informações cruciais que poderíamos obter estando nas sombras seriam perdidas, afinal nem todos iriam ceder a um interrogatório e entregar os planos, e mesmo que o fizesse omitiria informações. O capitão aos poucos respondia as dúvidas e ia entregando a geografia do local e demais informações. Enquanto coletávamos as informações o tempo passava e já se era capaz de notar terra à vista, estávamos finalmente de frente a ilha.

O percurso demorou menos que o imaginado pelo sagitariano, já podiam ver a ilha e o capitão dava ordens aos tripulantes para se prepararem para ancorar na praia. Como saíram às pressas do Santuário Kyros considerou que ambos não tinham tido uma refeição antes de iniciar o trajeto, ao menos ele não tivera, e pegou as porções de pão e leite em seus pertences entregando um a Amon e ficando com o outro. Repartiu também as pequenas garrafas de vidro de leite, uma para cada. Era importante que ambos estivessem bem alimentados para conseguirem um desempenho satisfatório, afinal pular refeições comprometeria seu físico e a fome certamente seria um obstáculo a se enfrentar na ilha.

— Temos de estar bem alimentados — Disse enquanto entregava a refeição do geminiano como cortesia. — Assim que descermos do navio quero que retorne para a cidade capitão. Se o inimigo avistar um navio ficará atento a possíveis invasores e não apenas isto, você e sua tripulação podem sofrer retalhação por nos trazer aqui.

Após fazer suas considerações o navio finalmente havia ancorado na praia concretizando a chegada dos dourados a ilha. Kyros desembarcou logo após terminar sua refeição e ficou esperando seu parceiro para discutir os planos, afinal, um passo em falso no local comprometeria a ambos.

— Agora que estamos aqui como iremos prosseguir? Iremos nos separar e procurar pistas ou agiremos em conjunto? Devemos considerar que 2 pessoas andando juntas chamam mais atenção do que 2 turistas isolados, mas se estivermos longe um do outro não teremos condições de vir ao socorro imediatamente caso um de nós caia em uma armadilha.


[/color]
valeu @ cács!





Legenda:
Narração
Kyros
Grande Mestre
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sab Set 30 2017, 16:32

Narração

O capitão fazia um conhecido e perigoso trajeto até a Ilha da Rainha da Morte. Durante o percurso dois jovens se aproximam dele. Eles carregavam caixas e aparentavam nervosismo, andavam como marionetes e levavam comida.

Jovens, já vi muitos irem para lá. Estão sempre nervosos e eu não os culpo. Ali é o inferno. Mas eles levam mantimentos, será que esperam um piquenique ? - Pensou consigo mesmo o velho marinheiro.

Os dois se aproximaram e perguntaram sobre a tal Ilha da Rainha da Morte. O capitão olhou para o horizonte e demorou a responder, porém o fez.

- Aquele local é que vocês podem chamar de inferno. Só de pensar que o verdadeiro mundo dos mortos possa ser pior que aquilo já me da calafrios. Eu nunca fiquei para comprovar mas dizem que chove lava todo o ano, a água potável é escassa e há rumores de que existe um templo escondido no local e que existem homens fortes que se reúnem ali. Vocês descerão na praia do Mar Tenebroso. Mais a frente existe um povoado e uma espécie de Coliseu logo após, as lendas dizem que ali repousa a Fênix. Já na Floresta poderá encontrar uma grande cachoeira e abaixo dela a possível localização deste templo escondido, de acordo com os rumores. Há também um mar de flores, algo utópico para uma ilha assim.

O marinheiro respondeu com todas as informações que podia oferecer e observou como os jovens reagiam. Era um misto de emoções, certamente ele já havia visto isso antes.

A viagem continuou, já perto da praia um dos jovens adverte o capitão para deixar a ilha por sua própria segurança. Os dois descem e começam sua caminhada pelas areias do Mar Tenebroso.

Espero que se cuidem, novatos - Pensou o capitão.

Indo contra as recomendações do jovem, o marinheiro permaneceu na ilha. Pouco a pouco a tripulação foi sumindo, desapareciam em meio ao ar. Ficou apenas aquele clima melancólico no navio. Sozinho ele subia no mastro e olhava pelos cavaleiros enquanto pelo mar alguém se aproximava na velocidade da luz.

- Quanta maestria, nem sinto seu cosmo aqui. Ou talvez você nem esteja aqui. Seria só sua imagem ?

Fim da Narração

Objetivo

De acordo com as informações o templo dos cavaleiros negros fica abaixo de uma cachoeira. Achem um jeito de descobrir a localização e chegar até lá!
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sab Set 30 2017, 17:04


Amon de Gêmeos
Arco 2: A Chegada


C
ertamente Amon atentou-se as palavras do capitão, estaria destinando-as para guardar em suas memórias. Haveria de retirar um tempo para ponderar sobre as estratégias e isto o fez, até então, ouviu as partes importantes do discurso do capitão, as partes inúteis, como simplesmente ignorou-o. Lentamente foi-se inclinando aos notórios pensamentos, haveria de achar que aquela missão era perigosa, o próprio capitão alertara-os que essa localidade em questão era pior que o inferno, logo atiçou o desejo de batalha de Amon, porém este conteve-se, deveria guardar seu ímpeto para o inimigo.  Seu método de concentração caiu por terra, à medida que o aliado, sagitariano, dividiu seus suprimentos com Amon, que evidentemente não recusou. Nutriu-se dos suprimentos, tratou de agradecer o aliado, era um ato digno dos tais, afinal, o reconhecimento de que no futuro, haveriam de lutar juntos, algo que talvez fosse inevitável, apesar da missão ser furtiva.

Só percebeu a chegada quando o navio atracou-se, as palavras de outrora de alerta para o capitão cuja, o sagitariano havia dito, já denotava um certo receio do sagitariano, porém Amon de nada importou-se, afinal, dois elites estavam naquele local e como elites, detinham poderes inimagináveis, logo estavam totalmente seguros, sozinhos e mais ainda juntos. Ao termino da refeição desceu ao lado do aliado, certamente haveria de iniciar um diálogo, afinal queria fomentar uma amizade para com este, seria interessante essa relação entre aliados. No instante em que iria iniciar o diálogo, foi surpreendido com a pergunta do sagitariano, que o fez pensar profundamente a qual estratégia delinear, claramente o semblante do cavaleiro alterou-se, estava reclinado à dúvida, todavia em pouco tempo concretizou seus pensamentos e logo respondeu:
- Receio que se separarmos perderemos poder de batalha! Apesar de confiar plenamente na minha e na sua capacidade! – Durante esta frase, o geminiano tornou-se pensativo, iria agora finalmente concluir seu pensamento. – Separar não é a melhor opção, a missão é furtiva, claro que valer áreas maiores em menor tempo é fundamental! Mas, creio que dois pares de olhos funcionam melhor que um na mesma localidade! Além de que, nossa proteção é fundamental, então, meu conselho é ficarmos juntos, assim teremos maiores probabilidades, além de que, o capitão já disse a qual caminha devemos prosseguir! Seguiremos pela floresta, afinal como citado pelo capitão, é lá que se encontra uma cachoeira e abaixo dela, o templo escondido! – Amon então ao final das palavras partiu em disparada contra a floresta, sob aquela geolocalização não sabia de nada, logo colocou-se em alerta máxima, afinal, qualquer objeto aproximando-se, era um perigo em potencial, logo tratou-se de ficar atento as localidades. Tomou logo a iniciativa rumando a floresta.






MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sab Set 30 2017, 18:03

Obs: Solicitamos ao narrador as informações entregues pelo NPC (Capitão) durante o diálogo. Por favor, qual a geografia da ilha?






A Ascenção: Os Cavaleiros do

Apocalipse

"Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante."


As informações sobre a ilha serviram de alguma ajuda, porém grande parte delas foi referente ao temor pessoal do capitão e não algo de profunda relevância. A única coisa que deveria ser filtrada pelos cavaleiros seria a cachoeira na floresta, provavelmente seu destino final e ambos tiveram consenso quanto a este pensamento. Era o local ideal para um esconderijo que não entregasse localização óbvia, era ali que eles encontrariam suas respostas.

— Vam... — Começou a dizer para seu companheiro, mas foi interrompido com o súbito movimento do geminiano rumo a floresta, sequer ouve tempo de concordar com o plano.

O sagitariano não teve tempo para pensar, correu para acompanhar o seu aliado na investida a ilha, não poderia perdê-lo de vista. O cavaleiro ficou em dúvidas se foi a decisão correta, adentrar assim em grama alta sem saber a exata localização do local, mas decidiu confiar na intuição de Amon. Precisava, afinal um dependeria do outro e isso fortaleceria o elo. Decidiu por se concentrar em observar seu campo de visão em busca de uma trilha que levasse ao destino correto. Naturalmente, após pessoas fazerem o mesmo trajeto, trilhas naturais e óbvias se formam em florestas devido ao pisar das pessoas sobre o gramado. O ato contínuo faz a flora abaixar, gerando o caminho. Lugares onde a vegetação estivesse em perfeitas condições não seria o correto a se seguir. Havia de existir alguma pista sobre a localização, galhos quebrados, qualquer coisa que indicasse um rumo a se seguir.


[/color]
valeu @ cács!





Legenda:
Narração
Kyros
Grande Mestre
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Sab Set 30 2017, 19:05

Narração

Por muito tempo os dois olharam e olharam procurando por pistas. Haviam muitos caminhos a se seguir, vários deles eram claramente armadilhas criadas pelos cavaleiros negros. Era possível ver no semblante dos dois a preocupação, mesmo que fossem cavaleiros de ouro ainda eram novatos em sua primeira missão.

No Navio o capitão conversava com o homem que acabara de chegar, o marinheiro bebia vinho e comia pães na costa do Mar Tenebroso.

- Pareciam bem nervosos. Eu lembro que já vi os jovens da sua época assim também. Falando assim não parece que faz poucos anos. Penso que foram bravos guerreiros.

O capitão parecia falar sozinho, como se não houvesse ninguém ao seu lado. Ele não sentia só porém, falava e tagarelava, fazia perguntas sem respostas e ria bastante até que o homem finalmente se moveu e partiu em direção à Ilha.

- Para ele se mover assim...Jovens, vocês não estão com sorte.

Ainda na floresta a dupla de cavaleiros consegue finalmente encontrar uma anomalia. O suficiente para investigar. Entre todas as rotas havia uma com uma pequena marca, como se alguém tivesse passado por ali recentemente.




Fim da Narração


Há armadilhas e animais selvagens nessa rota. Mínimo de 15 linhas.
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 00:53


Amon de Gêmeos
Arco 2: Floresta


R
apidamente o geminiano fora seguido pelo sagitariano, que juntos desbravaram a mata a sua frente; lentamente o geminiano fora indo seguindo parcialmente seus instintos, óbvio que seguia pelos caminhos que pareciam de fácil locomoção, uma análise óbvia, era que certamente aquele caminho já havia sido feito antes, por quaisquer que sejam as pessoas que ousara passar ali. Era indiscutível que não sabiam a exata localização onde o templo estava, só tinham informação que o templo escondido, ficava embaixo da cachoeira, porém onde estará essa cachoeira? Amon usava então de sua audição para rastrear possíveis quedas d’água, afinal se utilizasse apenas sua visão, certamente estariam mais perdidos do que nunca. Para não deixar o clima monótono, o geminiano aproveitou o momento para iniciar o diálogo com seu aliado, afim de estreitar amizade:
- Está ansioso para achar o templo? – Dizia o rapaz, com certo entusiasmo, sua própria voz demonstrava isso. – Estou certo de que nessa missão não iremos falhar! Afinal, somos elite, não? – Enquanto falava, levava seus palmos à frente abrindo espaço na trilha, aumentando assim sua visão periférica, era evidente que necessitava dela. Indubitavelmente os viajantes depararam-se com diversas ramificações de caminhos, a dúvida instaurou, qual seria a melhor opção a se seguir? Era evidente que teriam de gastar certo tempo observando a localidade. Fora isso que o geminiano fez, perpassou os olhos nas localidades, rumando alguma coisa fora do comum dentre as diversas rotas. Interessantemente haviam muitas rotas fechadas, densas, cuja a vegetação certamente atrapalhava a movimentação, logo suspeitou, com alguma certeza naquelas rotas não haveria de passar alguém a tempos. Amon então encontrou uma anomalia em uma das rotas, certamente era algo interessante, uma marca não identificada, não saberia dizer se era uma marca de passada humana, ou algo próximo, todavia a vegetação era aberta e fácil de se passar, além do que parecia que recentemente alguém havia passado naquela rota, logo deduziu que seria por aquele meio a seguir. Neste instante virou-se para o sagitariano, afim de acrescentar o fato que havia notado:
- Tenho quase certeza que é aqui que devemos ir! – Disse o geminiano, posteriormente explicando o que havia encontrado. – Em todas as rotas, a vegetação é fechada, o que simboliza que ninguém passa ali a algum tempo, talvez! Essa rota tem marcas e a vegetação é aberta, pelo mesmo motivo de outrem, certamente aqui passou pessoas recentemente, então creio que devemos ir nessa rota, com alguma certeza, encontraremos algo! Por favor, fique em alerta, creio que esse seja o único caminho. – Ao final da frase, o geminiano novamente pôs-se alerta e adentrou a mata, estava atento as localidades, qualquer que seja algo que se aproximasse, certamente o geminiano iria saber e julgar como oponente, afinal qualquer coisa ali, era um perigo em potencial.






MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 02:18






A Ascenção: Os Cavaleiros do

Apocalipse

"Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante."


Ambos estavam em estado de alerta e procurando pistas até que finalmente encontraram uma rota em potencial. Claramente estava diferente das demais e como o geminiano havia apontado, a vegetação aberta era sinal de que passaram por aquela região constantemente ao ponto de criar uma trilha de mato amassado, certamente era o destino correto a se seguir. A marca também apontada pelo seu parceiro não lhe parecia familiar, com certeza não era algo natural e indicava que o terreno havia sido manipulado de alguma forma. Com toda a certeza armadilhas estariam presentes ao avançar por ali, haviam de ter criado algum mecanismo para conter intrusos e alertá-los de presença hostil. Nenhum possível exército secreto seria tolo o bastante para não o fazê-lo sabendo dos perigos que enfrentariam.

O sagitariano ouviu os dizeres de seu colega e ficou pensativo, mas naquele instante resolveu não se pronunciar. Assim que Amon adentrou a rota e passou a seguir Kyros notou seu retorno ao estado de alerta, mas sentia algo o incomodando-o incessantemente, um profundo sentimento de perigo iminente. Nada parecia certo ali, mesmo que trilhas surgissem naturalmente na selva com o movimento guerreiros bem treinados seriam mais do que capazes de usar de técnicas para esconder seu rastro e preservar a segurança de sua localização. Mais do que isso, até mesmo o capitão sabia da existência da base na cachoeira. Eram muitas informações para pessoas que com toda certeza queriam se manter ocultas. As marcas no solo não pareciam pertencer a nenhum animal que conhecera em vida. Talvez a ilha tivesse espécimes exóticos não encontrados em outra localidade, mas sua intuição indicava que aquelas marcas eram óbvias demais e que com toda a certeza queriam ser notadas, era um erro que até mesmo amadores seriam capazes de evitar, algo estava visivelmente errado nesta facilidade para encontrar o caminho.

Espere, não se mova. — exclamou o sagitariano tocando no ombro de seu companheiro e impedindo-o de avançar mais. — Essas marcas não parecem óbvias demais? Esse trajeto não parece óbvio demais? Qualquer pessoa, até mesmo um não guerreiro, que passasse por esta região seria capaz de identificar estas diferenças no solo e que esta era uma rota utilizada constantemente. Isso não lhe incomoda? Como pessoas que querem ser ocultas entregariam sua localização com tamanho amadorismo?

Kyros apontou para as marcas e passou a analisá-las com um olhar mais calmo e meticuloso.

Você reparou? Estas marcas parecem visíveis demais, é um sinal claro que algo alterou este solo. Um sinal que alertaria a qualquer um, que o faria prestar atenção com maior intensidade no caminho e com certeza o faria ter a convicção de que algo a frente está errado. Não vimos nenhum animal selvagem até agora então isto não pode ser feito pela fauna. Este caminho vai nos levar em uma armadilha óbvia e vamos comprometer nossa missão.

O jovem demonstrava nítida preocupação. As palavras de seu colega sobre "elite" demonstraram grande confiança deste e isto era o que mais alarmava Kyros. Alguém com tanta confiança em sua capacidade jamais estaria totalmente alerta por mais profissional que fosse, ele haveria de cometer um erro ao subestimar tanto o inimigo.

Ainda que seja uma armadilha e que nos comprometa esta será a oportunidade perfeita para ter contato direto com o inimigo. Sinais tão nítidos de uma armadilha também indica que estamos próximos de nosso objetivo, estou convicto que adiante acharemos a caverna e obteremos as informações necessárias. O Grande Mestre nos confiou esta missão por considerar que estamos preparados, e eu acredito que somos capazes de alcançar a vitória, mas antes de prosseguir deixe-me lhe advertir de algo muito importante. Nós podemos fazer parte do maior poderio do Santuário mas você tem que se lembrar que eu e você somos mortais. Somos humanos e por mais poderosos que podemos nos tornar, ainda assim não somos deuses. Nossos corpos são frágeis e estamos sujeitos a doenças. Não somos invencíveis por sermos cavaleiros de ouro. Se o Grande Mestre considerou-os uma ameaça em potencial e afirmou não conhecer o real poder do inimigo, como pode estar tão certo que não podemos falhar por ser "elite"? Antes de assumirmos nosso papel como guerreiros santos dourados pessoas trajaram nossas vestes nesta terrível guerra e pereceram. Gerações estão sendo feitas prematuramente uma após a outra porque Hades ainda está ativo e seu exército não está morto. Cavaleiros perderam suas vidas, foram incapacitados de andar... Não somos melhores do que eles, somos semelhantes, corremos o mesmo perigo, possuímos a mesma vulnerabilidade porque somos mortais. Em meio a esta guerra o Santuário nos enviou para esta missão porque esta ilha apresenta um risco a nossas vidas.

Por fim respirou fundo, sentiu que havia passado dos limites ao dizer aquelas coisas e talvez isto afetasse a relação de ambos.

Creio que você esteja demasiado confiante e eu inseguro demais por ambos. Creio que partilhar estes sentimentos seja o suficiente para que nós encontremos o balanceamento correto. Não quis ofendê-lo, apenas adverti-lo de que não podemos nos dar ao luxo de confiar demais em nossas capacidades, não nesta era cheia de dificuldades e sangue derramado, muitos dos nossos morreram justamente por isso. Se vamos seguir adiante conduzidos pelo inimigo devemos estar preparados, não podemos nos dar ao luxo de cairmos em uma armadilha sem nossas proteções não concorda? Esteja preparado para trajá-la a qualquer instante.


valeu @ cács!


Legenda:
Narração
Kyros
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 12:34

Narração

Os companheiros seguiam pela densa floresta. O caminho óbvio os preocupava e as armadilhas não eram o suficiente para detê-los. Enquanto isso um poderoso cosmo os ultrapassava na floresta.

A densa floresta aos poucos se abria indicando o fim desta. A frente se escutava barulhos de uma forte cachoeira, sendo possível sentir também um poderoso cosmo se aproximando a cada passo. Ao fim, aquele enorme templo do qual lhes foi falado.

- Sejam bem-vindos cavaleiros. Acharam mesmo que não seriam notados ? Estávamos observando vocês desde que chegaram em nossa Ilha. Então, o que acharam ? Bonita não é ? Bom, o que vieram fazer aqui afinal ? Respondam antes que eu os julgue uma ameaça!

Um homem sem armadura se apresentava diante dos Santos de Atena. Mesmo para um renegado possuía um cosmo extraordinário e sua presença era intimidadora. Ao longe um cosmo continuava se aproximando.

Fim da Narração

OFF: Se inicia um diálogo com um possível inimigo. 15 linhas.
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 17:55


Amon de Gêmeos
Arco 3: Cachoeira


N
o instante que inclinou-se ao movimento, o geminiano fora parado por seu aliado; certamente, observando o semblante do sagitariano estaria duvidoso, entretanto Amon detinha certeza de seus atos, claro era evidentemente muito fácil aquela trilha, logo era indubitável que aquele caminho teria perigos em potencial, todavia sob a prerrogativa do Grande Mestre ter certo receio aquela missão, era lógico se pensar que os cavaleiros negros que detinham alguma fama, não se importassem com invasores, afinal se confiassem em seu poder, certamente sujeitaria os inimigos ao ônus da morte, bem parece que o sagitariano não usava a mesma linha de raciocínio do geminiano, logo este apenas ouviu o diálogo, sem pestanejar ou sequer interromper o discurso, afinal sua estratégia já estava traçada, e de certa forma saberia que não estavam sujeitos a incógnita.

Amon ignorou as perguntas do jovem, apenas observa-o terminar de falar, manteve seus olhos fixos no rapaz, apesar de não prestar tanta atenção no discurso do rapaz, certamente queria passar impressão de que prestava. Seu semblante mudou a partir do momento em que o sagitariano iniciou seu discurso eloquente a respeito dos cavaleiros, Amon então nesse instante simplesmente ignorou as palavras do rapaz, indubitavelmente virou-se em direção a floresta e iniciou caminhada, não queria iniciar uma discussão com o aliado, então simplesmente disse:
- Se eles são cavaleiros tão bons quanto sua reputação diz, não devem temer a invasão de quaisquer que sejam seu inimigo! Eu não temeria. – Certamente Amon havia de ter um ego grandioso, confiava plenamente em suas técnicas de batalha e seu método dedutivo, algo que talvez faltasse em parte do sagitariano, a confiança em si. – Para finalizar, você está certo sim, está muito fácil! Mas não tem outra direção a seguir! Olhe em volta, são inúmeras ramificações de trilhas, com inúmeras variáveis, é plenamente dedutível que em suma maioria a armadilhas! Logo nossa probabilidade de não encontrar armadilhas é diminuta, além do que, seguindo pelas outras trilhas que tem densa mata, é óbvio que além da nossa visão estar comprometida, o que já por si só culminara em perigos muito maiores, teremos que a cada centímetro demarcar a área a que passamos. - O discurso de Amon passava grande confiança, o rapaz sabia o que estava fazendo e não iria tracejar outra estratégia. – Por fim, seguirei por essa trilha mesmo, mesmo que seja perigoso e/ou arriscado, detenho minha visão e audição por esse caminho, logo consigo atravessar com certa facilidade! E terminando de vez ... O que me diferencia dos outros cavaleiros é que estou vivo! – Sua última frase soou como arrogante, porém de nada havia nela, era simplesmente o que o geminiano acreditava. – E sei o que eu tenho que fazer!

Amon então abriu caminho por dentre a densa floresta, evitou todas armadilhas pelo caminho, certamente aquele caminho era difícil, porém único. Evitou todas aquelas armadilhas por meio de seus sentidos, visão e audição, apesar de densa, a mata ainda assim não denegria tanto seus notórios sentidos. Sua audição captou a queda d’água de uma cachoeira a frente, fielmente seguiu por este caminho, não ousou falar nada, o clima entre ambos os cavaleiros já estava pesado o suficiente, com certeza, não queria deixa-lo mais. Neste instante, os sentidos do geminiano deixaram o, sob alerta máxima, captou uma cosmo energia vindo em sua direção, era a devida hora de se precaver, não vestiu a armadura ainda, para isso teria de confirmar se aquela situação era mesmo perigosa. A incógnita do rapaz foi-se por terra, a partir do momento em que Amon captou a sonoridade de sua voz, e logo virou-se em direção a ela, encarando a então recém aparição. Prestou bastante atenção no discurso do rapaz, desta vez estava realmente focado nas palavras do desconhecido, ao final, respondeu:
- Certamente já sabíamos que estaríamos sendo vigiados! Certamente é quase um insulto supor que não saberíamos, afinal se vocês realmente protegem esta terra, com toda certeza, iriam ficar de olho no porto, aparentemente, é o único meio de entrada e saída da ilha. – O Geminiano respondeu com um sorriso no rosto, não sabia se era inimigo ou não, apesar de ansiando o embate físico, saberia que sua missão não era essa, então ateve-se ao sentido de confronto. – Sim é um local realmente bonito! E quanto ao objetivo, bem, queríamos ver se é verdade o boato do recém levante dos cavaleiros negros!






MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 18:43






A Ascenção: Os Cavaleiros do

Apocalipse

"Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante."


Kyros sabia que seu companheiro não havia se importado com suas palavras e apenas forçava um fingimento de atenção. Seus sentimentos e preocupações não foram capazes de se conectar ao seu aliado de ego e confiança inflados e isto era preocupante, sabia que um dia sua personalidade o poria em uma situação de risco cujo poderia não retornar com vida. Sabia que em força não se equiparava ao geminiano, ele claramente era superior e mais bem treinado, mas Kyros viu a ruína da antiga geração de santos, suas mortes marcaram-lhe a alma despertando o desejo de proteger seus aliados. Amon, naquele instante, parecia inalcançável, mas o jovem mantinha a esperança de que um dia mudaria o companheiro para o próprio bem deste.

Ambos seguiram pelo caminho com a liderança de Amon, o sagitariano preferiu por ficar na retaguarda se mantendo a observar o caminho com mais atenção. Sabia que era o caminho correto justamente por se tratar de uma óbvia armadilha. Notou, simultaneamente ao companheiro, a queda d'água com sua audição, mas também um poderoso cosmo aproximando-se destes, contudo não hesitou em seguir, o real perigo certamente estaria ali já que as armadilhas do percurso não eram desafio algum para os guerreiros. Ao finalmente se aproximarem o suficiente do local o guerreiro cujo detinha a cosmo energia poderosa a se aproximar finalmente se fazia presente. Kyros ouviu seu discurso e preferiu não fazer interrupções, sabia que tal atitude poderia zangar o possível inimigo. Ainda assim, embora sua atenção estivesse voltada par ao rapaz em sua frente, o sagitariano era capaz de sentir uma cosmo energia se aproximando cada vez mais vinda de longe. Seria outro inimigo?

Vocês não se deram o trabalho de esconder sua localização aos locais, já que até mesmo o capitão do navio sabia sobre a cachoeira. Suas trilhas também nos trouxeram diretamente para cá então era óbvio que estávamos não apenas sendo guiados a este caminho, mas por que simular erros de amadorismo apenas para nos trazer até o esconderijo? Se sabiam de nossa aparição, não seria mais fácil aparecer de imediato? — Indagou o rapaz pouco antes de concluir seu raciocínio. — Acredito que já tenham tirado suas próprias conclusões a nosso respeito e agora sabem de nosso objetivo.

Kyros sabia que o guerreiro não apareceria diante de ambos sem um real motivo além de se apresentar. Qual seria sua intenção?

valeu @ cács!


Legenda:
Narração
Kyros
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 19:06

Narração

- Apenas testes que somos obrigados a fazer. Vejam bem, apareceu alguém aqui e fomos obrigados a lidar com ele. Vocês sabiam também que não éramos os únicos vigiando vocês ? Tanto faz, vocês queriam saber se os rumores eram verdade mas temo que não serão capazes de reportar diretamente ao seu senhor. Vaguem pelo inferno com a Extinção Estelar!

O homem mesmo sem trajar uma armadura se posicionou ofensivamente e lançou um ataque em direção aos dois cavaleiros. Aquele terrível cosmo que fazia até mesmo o som da cachoeira se perder em meio ao poderoso golpe. Era avassalador e inacreditavelmente potente.

- Vejamos o poder dos homenzinhos de Atena!

Status:
 

Fim da Narração

OFF: 5 linhas para uma defesa/contra-ataque e toda a narração do momento em que vive seu personagem. Esta postagem funciona como a de uma batalha. Atento!


Última edição por Wolfwood de Câncer em Dom Out 01 2017, 19:35, editado 1 vez(es)
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 19:42


Amon de Gêmeos
Arco 3: O Confronto


C
ertamente aquele cosmo grandioso serviu como ímpeto ao desejo insano de batalha de Amon, que não tardou a trajar sua armadura; a pandora box abriu-se, e a armadura enfim vestiu o cavaleiro, entretanto já estavam na eminência do ataque. Certamente viu o poderio do ariano disparando em sua direção, em um ataque rápido, expurgou seu cosmo e contracenou o ataque do cavaleiro, brandiu então ao momento do ataque:
- Explosão Galáctica! – Gritou em ofensiva, a propagação do ataque houve de colidir-se contra a extinção estelar do oponente, certamente instaurou uma explosão no local, que por fim, anularia ambas as técnicas, com a ajuda da devida técnica do sagitariano. As visões dos cavaleiros estavam denegridas, haveria de ter uma fumaça onde recém houvera a explosão. Amon saberia exatamente onde o inimigo habitara, certamente esperou o respaldo do aliado, afinal haveria de ter certeza que o ataque fora defendido, saltou ao lado após o ataque do sagitariano, mudando sua trajetória, na tentativa de diminuir a probabilidade de errar. Certamente sua estratégia de combate já estava travada, em meio a fumaça, cortou em o ar, nutrindo seu dedo indicador com a cosmo energia, expurgou então deste, um feixe luminescente que cortou a fumaça, migrando em direção ao oponente, na tentativa nefasta de tirar-lhe o controle. Era óbvio que o geminiano havia usado uma de suas técnicas magníficas, o império psíquico. Amon já havia traçado perfeitamente a localização do indivíduo antes do confronto, certamente, este haveria de se manter naquela localidade, seria o sensato a se pensar, logo sua técnica por fim, seria eficaz, ainda mais com a ajuda do sagitariano, certamente haveriam de ganhar o confronto épico.  







MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 20:08






A Ascenção: Os Cavaleiros do

Apocalipse

"Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante."


A figura misteriosa finalmente mostrou sua real faceta e investiu contra os cavaleiros. Sua cosmo energia era tremenda que não hesitou em atacar sem trajar uma proteção e a pressão de sua técnica era tão poderosa que era impossível de ouvir a cachoeira. Kyros sentiu o perigo de imediato e sabia que precisava de reflexos rápidos para contra-atacar, então imediatamente convocou sua armadura e esta automaticamente o vestiu por completo, Amon havia feito o mesmo e já preparava-se para lançar um ataque contra a ofensiva do oponente. Kyros por instinto resolveu unir forças com seu aliado e elevou seu cosmo para lançar sua técnica em simultâneo ao geminiano. As asas de sagitário projetaram uma parede de vento em alta velocidade, o início fundamental de sua técnica Fúria de Quíron. Logo após o sagitariano mirou seu ataque para seguir em direção a técnica de seu adversário e, consequentemente, unir forças a Explosão Galáctica de Amon.

Fúria de Quíron! — Exclamou lançando sua técnica.

Kyros focalizou toda a força do ataque na variação de apenas 1 projétil e disparou a rajada de ar. Convicto que a união de ambas as técnicas fosse o suficiente invocou o Arco de Sagitário e focalizou sua energia na flecha, disparando-a na direção que o Ariano estava antes de lançar seu golpe pois sua visão estava debilitada pela poeira levantada com o embate dos poderes.




valeu @ cács!


Legenda:
Narração
Kyros
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 20:50

Narração

Os cosmos ferozes se colidiam e as técnicas se anulavam. A destruição no solo era notável e toda a fumaça e poeira levantada era cegante.

Ao fundo o templo continuava inabalável, do tamanho do Santuário de Atena, calmo como se fosse o mesmo.

A poeira e a fumaça dispersavam-se e a visão ficava nítida. O cavaleiro de antes não mais estava ali, havia se refugiado dentro do rio onde estava coberto até a cintura pela água. Entre ele e os cavaleiros de ouro se encontrava um homem usando capa, um potencial aliado ou inimigo ?

- Esse seu cosmo é muito maior que o dos fedelhos. Por acaso é o mestre deles ? Eu já teria matado esses dois se não fosse por você, se identifique!

O cavaleiro negro indagava o homem que nada falava, não se movia e nem mesmo o vento parecia tocá-lo. Quando falou, sua voz soou suave e de agrado aos ouvidos dos jovens atenienses como a voz de um deus.

- Não precisa lutar com eles, eu assumo por aqui.

O homem de capa se virou em direção aos dois cavaleiros e emanou seu cosmo. A cachoeira parou por um momento e uma fissura no tempo se abriu, com o levantar de apenas um dedo ele fez desaparecer os dois.

- O que fez ? Quem é você ? - Indagou o cavaleiro negro que havia sido deixado de lado.

- Os enviei ao Mundo dos Mortos, o único destino do Sekishiki. Não irei lutar com você porém. Sou um companheiro.

Amon e Kyros caíram no Mundo dos Mortos, mas ao lado deles havia um portal direto para a sala do Mestre. Era compreensível de que fosse um trabalho de Atena. A passagem deles pelo portal e a conturbada chegada espantou o Pontífice.

- Como chegaram aqui ? É impossível se teletransportar pelas 12 casas.

Fim da Narração


OFF: Resuma tudo ao Grande Mestre, faça seu melhor relatório. 15 linhas.
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 21:23


Amon de Gêmeos
Arco 4: O Retorno


C
ertamente o conflito serviu para animar o geminiano, que agora estava entusiasmado. Observou a explosão e posteriormente fez seu ato, em sua cabeça, indubitavelmente haveria de ter acerto aquele ataque, o inimigo estava sem visão, logo era impossível a defesa, claro, pensou este. A fumaça por fim dispersou-se do local, a visão de Amon, que agora habitara o chão, tornou-se nítida, porém inicialmente assustou-se, o cavaleiro inimigo já não jazia aquela localidade, em poucos segundos tratou de captar seu cosmo nas proximidades, inicialmente assustou-se, porém não demonstrou seu semblante preocupado, muito pelo contrário, havia de sorrir, afinal aquela velocidade significava um embate magnífico. Entre os atenienses e o inimigo, jazia agora uma presença de um ser incógnita, será que aliado ou inimigo? Esta pergunta norteou os pensamentos de Amon, todavia este saberia que se fosse um inimigo logo trataria de ataca-lo, e este não o fez. O Recém-chegado disse algumas frases que Amon não simpatizou muito, aquela luta era dele, e este logo demonstrou certa injúria ao rapaz, era óbvio que aqueles cavaleiros atenienses, a dupla, seria plenamente capaz de derrotar o possível ariano.

A fissura no tempo/espaço instaurou-se, Amon sabia plenamente o que aquela significava, entretanto desapareceu daquela localidade, certamente o trajeto final era uma incógnita, porém logo revelou-se a colina do Yomotsu, já havia ouvido histórias daquela técnica, logo deduziu que seria obra do canceriano, se é que ele havia de existir, afinal nunca o viu, certamente estava inclinado a dúvida, e tratou-a de tira-la com o sagitariano:
- Yomotsu Hirasaka! Já ouviu desse lugar e a técnica, porém não vi nenhum cavaleiro protetor da casa de câncer? Será que aquele cosmo era de um cavaleiro de prata?! – Amon estava certamente duvidoso, porém logo que observou o portal em sua frente, adentrou-o, certamente aquela era uma figura aliada e estava lá para nos ajudar. Apesar da dúvida, o cosmo do rapaz de outrora era de certa forma amigável, assim como a sonoridade de sua voz.

O geminiano fora transportado diretamente para o salão do Grande Mestre, estava tão surpreso quanto o Grande Mestre, no entanto diferente deste, não demonstrou, seu semblante estava sério, assim como sua postura ríspida, era a devida hora de comentar o ocorrido, certamente iria ignorar os detalhes da missão e dizer o que realmente interessa:
- Olá Grande Mestre, viemos aqui para reportar a missão! – Iniciou seu diálogo, após isso, inclinou-se em sinal respeitoso, porém logo o desfez, o relatório de certa forma, era mais importante que a ocasião de respeito. – Receio que seja verdade, o levante dos Cavaleiros Negros está se concretizando! Como o Senhor havia nós enviado, a chegada a ilha deu-se de forma tranquila, entretanto desde o momento que chegamos lá, já estávamos sendo vigiado, o que já com isso pode-se afirmar que algo grandioso está ocorrendo lá, afinal por que motivo iriam vigiar aquela localidade? – Certamente a pergunta certa, no momento certo. – Enfim, dando continuidade, entramos pela densa mata, em busca do templo, o local é cheio de armadilhas e trilhas que não dão em lugar nenhum, mas encontramos o tempo e antes que pudéssemos entrar, fomos parados por um inimigo em potencial. – Neste instante, bufou, o sentimento de combate ainda estava imperando sobre o rapaz, porém havia de se contentar, em sua hora devida, iria reencontrar esse inimigo. – Ele parou-nos, usou a “Extinção Estelar”, ou seja, seu nível era o de um cavaleiro de ouro, tanto que nosso conflito destruiu aquela localidade, no entanto, fomos parados por um aliado em potencial que tele transportou nós para cá! É verdade, coisas realmente estranhas estão acontecendo naquele ilha e receio que Hades também saiba dessa informação, entretanto, a localização exata do templo, nós sabemos! Fica embaixo de uma cachoeira, e nós sabemos como chegar lá! – Terminou seu relatório, havia de esperar para que o sagitariano concluísse também o seu, se não, contribuísse com informações necessárias que talvez, tenha passado despercebido pelo geminiano.  







MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 22:12






A Ascenção: Os Cavaleiros do

Apocalipse

"Essa é uma missão de espionagem onde a primeira parte será sua viagem e chegada na ilha. Existe um razoável mínimo de 15 linhas. Ser furtivo é importante."


A poeira finalmente havia abaixado e a surpresa do sagitariano com a visão do cenário era imensa: a diferença de poder entre os 2 e o adversário era tão grande que mesmo utilizando de suas técnicas de maior potência foram capazes apenas de anular o ataque do oponente. O resultado foi de equivalência, não de superioridade. Poderia alguém ser poderoso o bastante para rivalizar com 2 cavaleiros de ouro em simultâneo, sem condições que desfavorecessem o poder dos dourados? Mesmo que ambos fossem novatos estavam no patamar de guerreiros dourados, caso contrário não teriam recebido o direito de trajar as sagradas armaduras de ouro.

Quanto poder esta figura possui? — Pensou, contendo-se a não fazer tal comentário em voz alta.

O oponente já não se encontrava no mesmo local e a flecha não havia encontrado seu alvo. Não apenas seu poder ofensivo como suas capacidades físicas eram surpreendentes, sua agilidade era tanta que se moveu tão rápido que nem mesmo Amon foi capaz de seguir seus movimentos, encontrando o oponente apenas depois. Se a batalha se estendesse o sagitariano temia o pior, de certo ele era alguém formidável. Para a sorte ou o azar dos santos de Athena a figura dona da cosmo energia sentida por Kyros finalmente chegou ao local, mostrando-se tão emblemático quanto seu oponente, o cavaleiro sequer havia notado a chegada dele no local, e devido a distância sua velocidade era tão grande quanto. O jovem nem teve tempo de parar para pensar neste novo cenário, o emblemático guerreiro já voltara sua atenção a ele e Amon invocando uma fissura no tempo e teleportando-os para fora da ilha, quando deu conta de si estava no mundo dos mortos ao lado de seu colega.

Yomotsu? — Pensou.

Antes que pudesse formular melhor seus pensamentos foi surpreendido pela indagação de Amon. De fato não sabia da existência de um novo residente na Casa de Câncer, e também não detinha conhecimento de uma técnica capaz de guiar pessoas vivas ao mundo dos mortos. Por não saber o que dizer, preferiu por permanecer calado, logo sendo surpreendido pelo geminiano adentrando o portal que estava próximo destes, algo que o sagitariano sequer tinha notado antes. A maior surpresa então se mostrava: o portal levava diretamente ao Salão do Grande Mestre. Como poderiam ambos serem teleportados para além das 12 Casas com a proteção de Athena impedindo que qualquer pessoa fosse capaz de ter acesso instantâneo a tal? A surpresa do Grande Mestre indicava que não havia sido obra interna, então teria sido obra da figura emblemática de outrora? Mas como poderia tê-lo feito? Dúvidas não paravam de surgir e Kyros não encontrava respostas para tais e nem tivera tempo para pensar nisto, devia relatar o ocorrido ao papa. Fez a devida reverência assim como Amon e em seguida esperou pelo momento de seu relatório pessoal onde faria as devidas observações. Ao término do relatório de seu colega pôs-se a falar.

Complementando as informações entregues, nosso oponente nos entregou uma informação valiosa: O inimigo que nos atacou e os cavaleiros negros não eram a única figura que estava espionando a nós desde a chegada na ilha. Havia outro intruso além de nós que chegou até eles antes, e presumo que tenha sido a trilha deixada por este invasor que nos levou diretamente ao local. A única pessoa que teria interesse neste assunto além de nós seria Hades, afinal a presença deste outro elemento também foi um incômodo para eles.
Os espectros sabem de nossas ações, caso contrário não enviariam alguém atrás de nós,
mas como poderiam saber de uma informação tão importante meu senhor?


Como o inimigo pôde ficar um passo adiante deles durante todo o tempo? Poderia alguém ter vazado a informação?


valeu @ cács!


Legenda:
Narração
Kyros
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena) Dom Out 01 2017, 22:27

Narração

- Muito bem. De fato nem eu fui informado sobre um novo aliado nem mesmo senti algum cosmo saindo do Santuário. Pois bem, dispensados cavaleiros.

O mestre por fim encerrava a missão de Amon e Kyros.

Narração

Veredito:
 
Conteúdo patrocinado
MensagemAssunto: Re: [Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena)

[Prologo] A ascensão - Os Cavaleiros do Apocalipse (Atena)

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo
Página 1 de 1

Tópicos similares

-
» Os Escolhidos: Prólogo do Apocalipse - Capitulo I
» Apocalipse Zumbi
» Treinamento de Cavaleiros Alados
» {Prologo} O destino começa aqui
» Os Quatro Cavaleiros

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Saint Seiya Conquest :: Geral :: Trama :: Os Cavaleiros do Apocalipse-